no entanto fala de seu próprio caminho
e de sua própria vida.
Tenho o meu destino,
minhas obrigações de homem comum.
O meu caminho é o da unidade
é o do eterno retorno a unidade no coração,
a eterna retomada de consciência de si mesmo.
Não sou um monge,
sou um pai de família, um homem comum...
Para gente com a vida igual a minha
o caminho é o do eterno retorno a unidade,
o do eterno retorno ao agora
onde mora a consciência,
para tanto, é preciso organizar o dia,
viver apenas esse dia mapeado e organizado
e deixar um tempo para a meditação
e permanecer na unidade do espírito.
O mestre diz que a vida é uma ilusão,
mas para quem tem casa e filhos para sustentar
a vida é uma dura realidade que não pode ser ignorada,
O mestre diz que a vida é uma ilusão,
mas para quem tem casa e filhos para sustentar
a vida é uma dura realidade que não pode ser ignorada,
mesmo que pelos nobres propósito da alma.
Tudo existe e se configura de um modo,
porém o que nos distingue é a consciência dentro dessa vida,
que o mestre diz ser uma ilusão.
Tudo existe e se configura de um modo,
porém o que nos distingue é a consciência dentro dessa vida,
que o mestre diz ser uma ilusão.
Para um pai que tem filhos passando fome e frio
a vida não lhe parece uma ilusão...
Aos que podem dedicar a vida, exclusivamente,
um grande propósito de alma,
podem se dar ao luxo de dizer que o mundo é uma ilusão,
mas isso, somente devido ao seu grande e nobre propósito,
no entanto, o mundo precisa de pais de família.
Esses pais de família podem ser homem que buscam
a realização espiritual, porém sem poder ignorar a realidade
de seus compromissos e comprometimentos com a vida prática.
José Nunes Pereira
Nenhum comentário:
Postar um comentário
CMC, CIDADE DE MARÍLIA