Para os franqueados, iniciativa contribui para aumento da receita e retenção de alunos
São José do Rio Preto (SP), julho de 2024: Somando mil escolas em todo território nacional juntamente com a Ensina Mais Turma da Mônica, a Microlins e a Prepara Cursos passam a atuar como faculdades e escolas técnicas. Visando a expansão dos negócios, o Grupo MoveEdu, detentor das marcas, investiu em um planejamento para que tais empreendimentos passem a atuar como centros educacionais, oferecendo aulas de capacitação profissional e idiomas, além de cursos técnicos e mais de 40 opções de cursos de graduação e pós-graduação, nas áreas de Tecnologia, Gestão & Negócios e Educação, autorizados pelo MEC (Ministério da Educação). Assim, o aluno pode escolher se deseja investir na modalidade semipresencial ou de ensino a distância. Houve um investimento de R$ 12 milhões para essa movimentação que integra o DNA das redes, que exploram o conceito de educação continuada, visando atender às necessidades dos alunos, desde adolescentes, ao ingressarem no primeiro emprego e a construírem uma carreira de sucesso. Apesar dos esforços, o Brasil ocupa a 53ª posição em educação entre 65 países avaliados pelo Pisa (Programme for International Student Assessment). Assim, ainda existem desafios consideráveis, como a presença de 731 mil crianças fora da escola, o analfabetismo funcional em 28% da população e a preocupante estatística de que 34% dos alunos do 5º ano não conseguem ler. Outros dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) evidenciam que, em relação ao nível de instrução, 53,2% das pessoas com 25 anos ou mais concluíram a educação básica obrigatória em 2022, enquanto apenas 19,2% possuíam nível superior completo. Os obstáculos persistem entre os que não concluíram a educação básica, com 6% sem instrução, 28% com ensino fundamental incompleto e 5% com ensino médio incompleto. Além disso, a questão de defasagem educacional também é um assunto urgente no tema. De acordo com o último levantamento do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), o Brasil não atingiu a meta de média 6 em nenhum dos níveis educacionais, a partir dos parâmetros dos países desenvolvidos. “Aproximadamente 18% dos jovens brasileiros, de 14 a 29 anos, não concluíram o ensino médio, representando quase 52 milhões de pessoas. As principais razões incluem a necessidade de trabalhar, destacada tanto por homens quanto por mulheres. Entre as mulheres, gravidez e falta de interesse também são fatores mencionados. Levando tais dados em consideração e fazendo uma análise do cenário educacional no Brasil, é nosso dever promover iniciativas que atendam as necessidades das classes C e D, em sua jornada de aprendizado, principalmente relacionada ao ensino profissionalizante, que contribui para o ingresso no mercado de trabalho e obtenção de renda. Mas analisamos que podemos oferecer ainda mais para a jornada acadêmica e de profissionalização de forma completa, por meio de cursos técnicos, de graduação e pós-graduação em diferentes áreas para aqueles que buscam se especializar em diferentes posições”, revela o CEO do Grupo MoveEdu, Rogério Gabriel.
Ainda segundo Rogério, antes de lançar as faculdades, o grupo fez uma pesquisa com alunos e ex-alunos da Microlins e Prepara Cursos sobre o interesse em dar continuidade ao programa educacional. “O resultado mostrou que 85% dos jovens que já passaram pelas nossas escolas gostariam de cursar o ensino superior com a nossa chancela. Isso representa uma excelente oportunidade tanto para eles, quanto para os franqueados da rede”, ressalta. O novo negócio possibilita que haja um aumento na geração de receita para os franqueados, além de ampliar a retenção dos estudantes dos cursos profissionalizantes, já que é possível oferecer novas possibilidades dentro da carteira e utilizando a mesma estrutura física que a escola, que é reconhecida em sua região, já possui. O Grupo MoveEdu já formou mais de 6 milhões de alunos em cursos livres, profissionalizantes e de idiomas. Hoje, atende anualmente mais de 500 mil estudantes por todo o Brasil, majoritariamente das classes C e D. Após a implantação deste projeto, a projeção é que o faturamento cresça nos próximos anos com a chegada dos cursos técnicos, de graduação e pós-graduação, fazendo a rede ir de R$ 600 milhões em 2023 para R$ 1 bilhão em quatro anos. Sobre o Grupo MoveEdu:
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